portifólio
15/FEV
2012
Social Media Week – não perca!

Começo de ano com muitos eventos na área. Agora é a vez do Social Media Week, evento já consolidado, com as discussões focadas nas Mídias Sociais.

Não quer perder, então veja ao vivo, por aqui>>

15/FEV
2012
Campus Party 2012 – mais uma vez sensacional.

Muita informação e troca de idéias. Empreendedorismo, Internet, redes, colaboração, hacking, digitalizações, robótica. No nosso mundo tudo está realmente ligado.

Depois de eventos como este é hora de organizar as idéias e entender o que realmente é novo e pode fazer a diferença nas nossas ações e principalmente na aproximação das marcas e pontos de vista com os consumidores.

Vale então ler o que foi publicado durante o Campus Party.Comece pelo blog oficial, aqui.

A foto deste post é do blog também.

12/JAN
2012
Criamos a nova Intranet da Abril, a AbrilNet

12/JAN
2012
Kwead cria o Blog do novo presidente da Abril S/A

12/JAN
2012
Kwead.com no mapa das principais agência digitais do Brasil.

E pra quem não viu, a Revista Proxxima e a Globo.com fizeram o mapeamento das principais agências digitais do Brasil, separadas por Grupos Multinacionais, Grupos Nacionais e Agências Nacionais Independentes.

A kwead.com consta no grupo das Independentes, 10 anos de independência.

12/JAN
2012
Lançamento da e-Bike.

Conheça mais sobre o Sistema e-Bike da Bosch, nesta matéria especial do Bosch Live.

Ver aqui>

12/JAN
2012
Sustentabilidade Bosch, em novo site.


As ações de Sustentabilidade Bosch agora são apresentadas em um novo site.

Confira aqui>

17/AGO
2011
Skil America Latina, na Kwead

A Kwead já está trabalhando na gestão de 18 sites da Marca Skil, é um orgulho para toda nossa equipe fazer a gestão de um projeto com este porte. O trabalho se iniciou com uma reestruturação de banco de dados e unificação de informações para todo o catálogo de produtos.

31/MAI
2011
Métricas para o mundo digital

Utilizar web e as redes socias para gerar lucros e atrair novos consumidores já é uma prática comum. Mas como calcular o impacto, a abrangência,  a profundidade, a efetividade desse meio? As métricas são uma forma de mensurar esses dados, captando informações importantes para o traçado de novas táticas e ações digitais.

De maneira simples e didática, vamos descrever as mais utilizadas. Para sites, as métricas mais comuns são:

Acessos
Número de “visitas” que um site contabiliza num determinado espaço de tempo.

Acessos únicos
Visitas vinculadas a um único IP (ponto de acesso), dado não tão relevante pois muitos computadores acessam a internet através de IPs compartilhados.

Páginas visitadas
É um relatório comparativo, com a quantidade de acessos por cada página de um site.

Permanência
Média de tempo que os usuários permanecem conectados ao site.

Cliques
Traça o comportamento dos usuários, pois indica o caminho que seguem ao navegar no site.

Origem do tráfego
Indica a origem da visitação dos usuários. Muito útil quando anúncios (no facebook, google, etc.) são parte do plano de divulgação.

Rejeição
Também conhecido como “Bounce Rate”, indica a quantidade de pessoas que acessaram o site e saíram instantaneamente, sem navegar e interagir.

Mais importante do que quantificar as interações na rede, é analisar os dados coletados. Para elaborar relatórios úteis, as métricas devem ser agrupadas em períodos: 3 meses, 6 meses, 1 ano, de acordo com o seu plano. São perguntas como: “Quero saber como está o impacto de uma campanha”, “O que estão buscando em meu site?”, “Como está a evolução de minha audiencia?”  que vão determinar quais dados são relevantes e o período necessário para combiná-los e compará-los. Exemplo:

Visitantes x Tempo no site x Número de páginas vistas
Um dos sites que gerenciamos possui uma média mensal de 120 mil visitas, com permanência média de 06 minutos. As 10 páginas mais acessadas são de serviço para clientes, como 2ª via de boleto. Esses dados traçam o perfil do visitante e o que ele procura dentro do conteúdo do site.

Visitantes x Pageviews x Novos visitantes
Essa é uma boa combinação para entender como priorizar os destaques da sua página principal. Um de nossos clientes mantém uma média regular de 80% de novos visitantes, em busca de informações sobre produtos e onde encontrá-los. A partir dessa combinação de dados, entendemos que a home deve destacar os produtos oferecidos, com baixa rotatividade, já que a maioria dos visitantes é novo e não conhece o conteúdo ainda. Nesse caso, é conveniente optar por um link direto no menu para a área “onde comprar”.

Visitantes x Bouce Rate
Métrica difícil de ser obtida, é uma das mais importantes: é usada no algoritimo de ranking do Google. Para obter um bom bouce rate, é necessário oferecer um conteúdo relevante, uma página rápida e um design eficiente. Conhecido como índice de rejeição, é um indicativo da ‘saúde’ do site. Um bounce rate abaixo de 20% pode ser considerado ideal, comemore! De 25 a 30%, está dentro da normalidade. Números que superem os 60-65% pedem uma investigação: algo errado está acontecendo. Muitos visitantes chegam ao seu site e saem rapidamente, provavelmente insatisfeitos.

Mídias sociais, como o Twitter e Facebook, possuem métricas características. No Facebook, um dos principais indicativos é o botão “curtir” (like), muito utilizado por sites e blogs para atrair usuários e obter visibilidade nos murais e  timelines. Para as marcas, o fã é o feedback mais evidente da popularidade da marca. O ‘valor’ de um fã no Facebook tem sido e calculado a partir de métricas muito variáveis. Mas esse é um assunto para um novo post!

E você, conhece métricas e índices interessantes? Acredita que este seja um meio fiel de medir a eficiência de uma ação digital?

06/MAI
2011
A Web e a Economia Criativa

Muito tem se falado sobre a economia criativa. A nova formatação econômica, que prioriza o repertório cultural, o conhecimento e o emprego da criatividade para gerar renda abriu diversas possibilidades e novos oportunidades no mercado. Uma prova da sua relevância no cenário atual é a criação da Secretaria da Economia Criativa no Minc – Ministério da Cultura. O conceito de Economia Criativa, porém, não é algo exatamente novo. Em 1997, o governo britânico do trabalhista Tony Blair já havia criado a Força-Tarefa das Indústrias Criativas. Segundo o Wikipedia, são atividades que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos. Ou seja, são aquelas com potencial de geração de riqueza e emprego por meio da utilização de propriedade intelectual.

As possibilidades são infinitas. Novas profissões surgem a partir dessas novas idéias, e até novas especializações em carreiras tradicionais, ampliando o mercado e aquecendo a economia. A criatividade é um insumo infinito e pode ser uma grande estratégia de desenvolvimento com distribuição de renda.

O advento da internet e o boom tecnológico certamente são parte fundamental nesse processo. A possibilidade cooperativa e a agilidade de processos proporcionada pelas novas mídias e tecnologias favorecem o intercâmbio de idéias, a divulgação de novas iniciativas e a captação de recursos. São grandes aliadas, seja para viabilizar ou potencializar um novo negócio.  Um exemplo de sucesso nesse novo formato é o site ‘Camiseteria’, que foi além da simples idéia da camiseta criativa: convocou os usuários para enviar suas idéias, votar entre as camisetas favoritas. Depois produz, vende e envia as camisetas mais votadas através do site. Criativo, cooperativo e bem sucedido. Outro bom exemplo é o site ‘Catarse’, que através do sistema de Crowdfunding possibilita o envio de projetos para que sejam financiados pelos próprios visitantes – caso um projeto não alcance o número necessário de patrocinadores, o dinheiro é devolvido para aqueles que acreditaram na idéia.

E você, já participou de iniciativas ligadas a economia criativa? Tem boas idéias para colocar em prática? Pense diferente!